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7 DISORDERS

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7 Disorders

 

I was officially diagnosed with cyclic schizophrenia in 2016, but as a child I suffered the onus and bonus of this mental disorder, but initially when I had my first psychotic outbreak to the point of significant cognitive loss and was invited to the Psychiatric Hospital in Berlin.

Always a very fast brain, involuntary actions to the positive and negative, a side of the brain that seems to develop formidably, I see an intelligent, creative and courageous person, on the other hand, a child who did not develop, need and extremely innocent. Having a different brain in a totally standardized society and that has little acceptance of the differences already elaborated and claimed as sexuality and ethnicity, mental disorder already fits into a social stereotype of disability.

When I had cognitive loss, having my first diagnosis; personality disorder, bourderline, schizophrenia, and panic disorder, and then dealt with a neurologist who said that I had “nothing,” but contained in my file a code that led me through an internet search for a degree of psychosis. Start by taking two antipsychotics and one antidepressant. The side effects of the remedies were seizures, more intense panic than usual, memory loss, electricity and parkinsonism. It was necessary to use what I always use as catharsis, art, but cognition was compromised, so at that time, I tried to document what I could, since I was also alone and afraid of committing suicide at some point, without my family knowing what it was happening to me, I wrote, recorded audios, made drawings, but it was not yet possible to verbalize the situation because of a prejudice and because I believed that I was languishing and that I might have suffered from some neurodegenerative disease.

 

 

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PT

 

7 Desordens

Fui diagnosticada oficialmente com esquizofrenia cíclica em 2016, mas desde criança sofro o onus e bonus dessa desordem mental, mas inicialmente, quando tive meu primeiro surto psicótico avançado a ponto de ter  perda cognitiva significativa e fui convidada a me internar no Hospital Psiquiátrico em Berlin.

 

Por genética, cerca de 70% dos tios de segundo grau portam a doença e um tio de primeiro grau, tento mãe bipolar, também tive uma infancia negligenciada e uso de álcool e drogas precoce.

Cérebro sempre muito acelerado, ações involuntárias para o positivo e negativo, um lado do cerebro que parece se desenvolver formidavelmente, vejo uma pessoa inteligente, criativa, vanguardista e corajosa, já outro lado, uma criança que não se desenvolveu, carente e extremamente inocente, ter um cérebro diferente em uma sociedade totalmente padronizada e que tem pouca aceitações das diferenças já elaboradas e reinvidicadas como sexualidade e etnia, já a desordem mental te enquadra num esteriótipo social de incapacidade.

Quando tive perda cognitiva, tendo meu primeiro diagnóstico; transtorno de personalidade, bourderline, esquizofrenia e sindrome do pânico, para depois então tratar com um neurologista que dizia que eu “não tinha nada”, porém continha na minha ficha um código que me levava durante uma pesquisa na internet para um grau de psicose. Inicie tomando dois antipsicóticos e um antidepressivo. Os efeitos colaterais dos remédios foram convulsões, pânico mais intenso que o normal, perda de memória, eletricidade e parksionismo. Era preciso usar o que sempre uso como catarse, a arte, porem a cognição estava comprometida, então nesse tempo, tentei documentar o que pude, pois também estava sozinha e como tinha medo de cometer suicídio em algum momento, sem minha família saber o que estava ocorrendo comigo, escrevi, gravei audios, fiz desenhos, porém ainda não era possível verbalizar a situação por um preconceito e porque acreditava que estava definhando e que possivelmente sofria de alguma doença neurodegenerativa.